quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Seres ímpares ou pares?

Carlos Drummond de Andrade no seu poema em “Busca da Identidade” afirma que somos seres ímpar, na questão de que ninguém é igual a ninguém. Mas será que na parte do amor isso também é verdade? Será que eu, você, nós, não temos alguém que nos complete, que tenhas algumas opiniões iguais a nossa? O jeito de ver o mundo parecido com o que a gente vê?
Há uma historia na Grécia que dizia que havia duas almas em uma, e um dia um deus resolveu separá-las, foi daí que surgiu nossa “alma-gêmea”, que diz, que todos nós temos uma, só precisamos achar. Há também outra historia que dizia que um anjo estava levando até Deus em uma bandeja os pares de cada pessoa, assim seria muito mais fácil de cada um daqui da terra achar nossos par. Porém indo até Deus esse anjo se apaixonou por uma menina, tão admirado por ela, tropeçou e deixou essa bandeja cair no chão, e embaralhar todos os pares. Aonde resta a nos mesmo acharmos nossos pares. Mas é claro tudo isso são mitos, mas e se realmente pertencemos a alguém? Essa pessoa não precisa ser nossa alma gêmea, ser igual em todos os detalhes, mas precisar ser alguém que nos complete. E como teremos certeza se encontrar essa pessoa? Como saberemos se é ela? Dizem que se for amor verdadeiro, a gente saberá. Mas acho que certeza mesmo nunca saberemos, não temos certeza nem da vida, como saberemos se pertencemos à alguém ?

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